Um workshop atrevido para explorar o poder expressivo da palavra a fazer amor e a viver amores e prazeres carnais. Com estímulos da escrita criativa e da sexologia, as ideias são espicaçadas e despidas de tabús e pudores, em textos, contos, com risos e corares. Uma experiência para solteiros e solteiras, casais, pessoas em relações de várias formas e feitios, com a coragem da autodescoberta de desejos, fantasias e práticas de prazer e sexo. A partilha de textos será limitada às vontades da sala, com respeito pela privacidade e intimidade de cada pessoa.
Membros da EACWP (Associação Europeia de Escolas de Escrita Criativa)
Composta por 28 membros, oriundos de 16 países diferentes, escolas e universidades que desenvolvem cursos de Escrita Criativa. Promove o intercâmbio entre estudantes, professores e investigadores no âmbito do desenvolvimento e divulgação da Escrita Criativa.
Projeto Formação de Formadores de Escrita Criativa, financiado pelo Programa Erasmus+ (2019)
Projeto de Mobilidades individuais para fins de aprendizagem (KA1)
Com o objetivo de se inteirar de formas novas e mais eficazes de transmitir conteúdo aos seus formandos, proporcionando uma visão europeia da expansão de conhecimentos, a Escrever Escrever propôs ao programa Erasmus+, em 2019, um projeto integrado na ação-chave de Mobilidade Individual para fins de Aprendizagem.
Este projeto vai ao encontro do objetivo da Escrever Escrever no sentido de facilitar aos seus docentes uma constante atualização do conhecimento, acompanhando a evolução das metodologias, conteúdos e a maneira como são percebidos pelo público. Esta atualização e formação é, portanto, filtrada para os formandos, podendo a Escrever Escrever, através de alguns intervenientes informados, expandir esse conhecimento. O projeto visa também estabelecer novos contactos internacionais e fortalecer os já existentes, promovendo reuniões, concursos e mobilidade entre as várias instituições europeias presentes.
Entre as principais áreas de aprendizagem e melhoramento, encontram-se:
– a descoberta das fronteiras entre a ficção e a não-ficção, explorando e debatendo o novo género de narrativa não-ficcional;
– a leitura e a escrita como práticas coletivas, e a forma como a educação negoceia o espaço entre o individual e o coletivo na literatura, revelando como daí se atribuem novos papéis aos professores/educadores/formadores;
– a forma de oferecer feedback criativo acerca de um texto, de forma simples ou mais complexa, aprendendo metodologias que permitem ao formador expressar, de forma criativa e original, o que sente acerca de um texto escrito;
– Em todas estas especificidades didáticas, pretende-se dotar os formadores de ferramentas que os auxiliem na sua prática letiva e pedagógica, e que essa transmissão de conteúdos se espelhe nos seus formandos.
Programa financiado pela Agência Nacional Erasmus+ que possibilita a professores, formadores e técnicos frequentarem cursos estruturados no estrangeiro, proporcionando-lhes uma oportunidade para adquirirem novas competências educacionais e pessoais, a cujos profissionais agradecemos o apoio prestado.
Ser uma entidade formadora certificada significa que os nossos procedimentos e práticas estão de acordo com um referencial de qualidade específico para a formação.
Cursos de formação profissional dedutíveis no IRS
As despesas relacionadas com a formação profissional desenvolvida na escrever escrever podem ser deduzidas no imposto sobre o rendimento singular (IRS), de acordo com as
normas em vigor.
Certificados de formação profissional com o certificado da DGERT.
No final da formação, mediante os critérios de presença e de avaliação, o formando recebe um certificado com o carimbo da DGERT – Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.
A certificação dos nossos cursos é feita pelo Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), destinado ao registo de formação realizada para cidadãos nacionais e ou estrangeiros que se encontrem legalmente a trabalhar ou a residir em Portugal. Assim, para a obtenção de certificação, o/a formando/a terá de ter a documentação necessária e um NIF português, não sendo possível a utilização do número de passaporte para efeitos de certificação.